Romarias

1ª Romaria: Traslado para Ananindeua

Na sexta-feira que antecede o Círio, acontece o traslado da imagem peregrina para os municípios de Ananindeua e Marituba, um percurso de 48,5 quilômetros, que começa ao meio-dia e termina às 20 horas.
O percurso inicia na Basílica Santuário e passa pelas avenidas Nazaré, Magalhães Barata, Almirante Barroso e BR-316. Depois, segue pelos bairros Cidade Nova e Paar, em Ananindeua, e entrada do município de Marituba, até chegar a Igreja de Nossa Senhora das Graças, em Ananindeua.
Lá a imagem fica em um palanque armado em frente à Igreja Matriz, onde passa a noite em vigília. Na manhã de sábado, a imagem é levada pelos devotos na romaria rodoviária.
Histórico – A Diretoria da Festa de Nazaré realizou o primeiro traslado para Ananindeua, na 4ª Romaria Rodoviária em 1992, durante o CÍRIO 200, anteriormente saía do Monumento da Cabanagem e Terminal de Carga. Em carro aberto só foi realizado em 1997, no momento em que foi utilizado o “cibório” – uma abóbada sustentada por quatro colunas lisas e retorcidas – da Romaria das Crianças, onde a imagem era colocada. Para prevenir contra a ação do vento e da chuva, em 1999, o cibório foi substituído por uma réplica da Berlinda, em tamanho menor.
Hoje, a imagem peregrina é levada da Basílica Santuário de Nazaré em uma réplica da Berlinda em cima de um carro da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A mudança ocorreu por conta da necessidade de proteger a imagem, que no cibório ficava exposta ao vento, sol e chuva.
Paróquias no trajeto: 1) São Miguel Arcanjo; 2) Santo Antônio de Pádua; 3) Amparo; 4) Divino Espírito Santo; 5) Santa Rita de Cássia; 6) Santa Paula Francinete; 6) São Lucas; 7) São Vicente de Paula; 8) Nossa Senhora da Graças; 9) Menino Deus e 10) Matriz de Ananindeua.

1ª Romaria: Traslado para Ananindeua

1ª Romaria: Traslado para Ananindeua

2ª Romaria: Romaria Rodoviária

Realizada no sábado, véspera do Círio, a romaria que leva a imagem peregrina da Matriz de Nossa Senhora das Graças, em Ananindeua, para o distrito de Icoaraci é precedida de uma missa às 5h. Atualmente, essa procissão passou a ser organizada pela Diretoria da Festa com a colaboração da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Prefeitura de Ananindeua e outros órgãos públicos.
Após a celebração religiosa na Igreja Matriz, a imagem é colocada no alto de um carro aberto, com Berlinda protegida pela Guarda da Santa. A procissão segue na BR 316, até o Entroncamento, indo pela Rodovia Augusto Montenegro até Icoaraci, acompanhada pelos carros da Diretoria do Círio, Polícia Rodoviária Federal, Cruz Vermelha e centenas de outros veículos, bem como motoqueiros, ciclistas e pedestres. Mesmo muito cedo, mais uma vez, ao longo do percurso, os fiéis aguardam a passagem da padroeira para homenageá-la.
Depois de um percurso de 24 quilômetros, a procissão chega a Icoaraci por volta das 8h, onde uma nova missa é celebrada. Às 9h, a imagem é colocada numa embarcação para continuar a viagem, rumo à Praça Pedro Teixeira, dando início à Romaria Fluvial.
Desde 2000, a Romaria passou a ser organizada pela Diretoria da Festa com a colaboração da Polícia Rodoviária Federal, Prefeitura de Ananindeua e outros órgãos.
Histórico – A Romaria Rodoviária foi criada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas (Sindicarpa), no dia 7 de outubro de 1989. A primeira e a segunda romaria saíram do Monumento da Cabanagem no Entroncamento. A 3ª, em 1991, ainda saiu do Terminal de Cargas, foi só a partir de 1992 que a saída passou a ser feita da Igreja Matriz de Ananindeua.

2ª Romaria: Romaria Rodoviária

2ª Romaria: Romaria Rodoviária

3ª Romaria: Romaria Fluvial

A Romaria Fluvial também é realizada no sábado, véspera do Círio de Nazaré, com saída prevista para as 8h, logo após a missa, no Trapiche de Icoaraci. O percurso de 10 milhas náuticas (o que corresponde a cerca de 18 Km) até a Praça Pedro Teixeira começa às 9h. A parada é em Belém na Escadinha do Cais do Porto (ao lado da Estação das Docas), por volta das 11h.

Quando chega à escadinha, a Imagem de Nossa Senhora de Nazaré é recebida com honras de Chefe de Estado, pela Polícia Militar, em Belém. A ocasião se repete desde 1999, motivada pela Lei Estadual nº 4.371, de 15 de dezembro de 1971, que proclamou a Virgem de Nazaré, Padroeira do Pará, Rainha da Amazônia e merecedora dessa grande homenagem.
Histórico – A primeira Romaria Fluvial foi realizada pela Companhia Paraense de Turismo (Paratur), com a saída do Trapiche de Icoaraci no dia 8 de outubro de 1986. O responsável foi o presidente da Paratur, na época, o historiador Carlos Rocque. A primeira Romaria foi acompanhada por cerca de 30 barcos e marcada por imensa emoção, no momento em que uma grande auréola luminosa surgiu no céu contornando o sol. O fenômeno foi considerado um sinal de benção e aprovação da Virgem de Nazaré àquela manifestação de fé dos devotos.
Para a romaria nas águas da baía do Guajará, foi confeccionada mais uma réplica da berlinda, usada até 2002. No ano seguinte, ela foi substituída por uma cúpula de vidro que é usada até hoje. A cúpula permite maior visibilidade da imagem pelos ribeirinhos e fiéis que a acompanham. Atualmente, mais de mil embarcações, entre barcos, lanchas, balsas e veleiros participam do “Círio das Águas”.
Percurso – Saída do Trapiche de Icoaraci, via navegação fluvial, para Escadinha do Cais do Porto (Praça Pedro Teixeira), em Belém.

 

3ª Romaria: Romaria Fluvial

3ª Romaria: Romaria Fluvial

4ª Romaria: Moto-romaria

Após a chegada da Romaria Fluvial na Escadinha do Cais do Porto, em Belém, os romeiros se integram aos motociclistas que aguardam a imagem para conduzi-la na Moto-romaria até o Colégio Gentil Bittencourt.
Num percurso de 2,6 quilômetros, centenas de motociclistas, ciclistas e outros veículos fazem a escolta da imagem até o colégio. Ao longo do trajeto, muitas homenagens são feitas à Rainha da Amazônia.
Histórico – A romaria foi criada no dia 13 de outubro de 1990, pela Federação Paraense de Motociclismo, que decidiu prestar sua homenagem acompanhando a Imagem de Nossa Senhora de Nazaré. Na oportunidade cerca de 40 motociclistas participaram do momento.
Percurso – A saída é realizada da Praça Pedro Teixeira, segue pela Av. Presidente Vargas, Av. Sezerdelo Corrêa, Av. Gentil Bittencourt, Av. Alcindo Cacela, Av. Magalhães Barata até as escadarias do Colégio Gentil Bittencourt.

Descida da Imagem

No sábado, logo após a chegada da Motoromaria, acontece uma das cerimônias mais esperadas da quadra nazarena: é quando a imagem original de Nossa Senhora de Nazaré, encontrada por Plácido de Souza em 1700, desce do Glória sobre altar-mor da Basílica Santuário, para ficar mais próxima dos fiéis. Todos os anos, ver de perto a pequena imagem de 28 centímetros, emociona os milhares de peregrinos que chegam de todos os cantos para prestar homenagens à Rainha da Amazônia.
A imagem, que fica recolhida no Glória durante todo o ano, é então colocada em um nicho no presbitério, no dia anterior à procissão do Círio. Isto acontece sempre ao meio dia, depois que a motoromaria chega ao colégio Gentil Bittencourt.
Esse ritual acontece desde 1969 e as primeiras vezes ocorriam de forma simples e a portas fechadas, sempre às 23 horas da véspera do Círio. Só a partir de 1992 é que os romeiros puderam acompanhar a descida da imagem com emocionante cerimônia embalada por cânticos e orações.

4ª Romaria: Moto-romaria

4ª Romaria: Moto-romaria

5ª Romaria: Trasladação

A Trasladação é realizada na noite do sábado que antecede o Círio de Nazaré. Depois de uma missa às 17h, no Colégio Gentil Bittencourt, os fiéis se dirigem em procissão à Igreja da Sé, fazendo o mesmo trajeto da procissão do domingo, mas no sentido inverso. Diferente do que ocorre no Círio, onde vários carros de promessas e pelotões acompanham a procissão, na Trasladação há apenas a berlinda em destaque.
O fato da procissão acontecer à noite torna o momento ainda mais bonito, pois, além de a cidade toda se enfeitar e se iluminar para saudar a Virgem de Nazaré, é possível constatar que a Trasladação é uma verdadeira procissão à luz de velas levadas pelos devotos durante todo o percurso.
Um dos momentos mais emocionantes da procissão ocorre durante a homenagem dos estivadores e arrumadores, que soltam fogos de artifício em honra à Virgem de Nazaré, num verdadeiro espetáculo de cores e luzes.
A cada ano que passa, o número de fiéis que acompanham a Trasladação é maior. Nos últimos anos, a corda atrelada à berlinda tem sido tão disputada quanto na grande procissão de domingo.

Histórico – Antigamente, a Trasladação era chamada de Antecírio. A primeira Trasladação foi o próprio Governador Francisco de Souza Coutinho, junto com o Capelão do Palácio, padre José Roiz de Moura, que levaram a Imagem de Nossa Senhora de Nazaré, da Matriz até o Palácio. A data precisa e se houve ou não acompanhamento de pessoas do povo não se tem certeza.
Em 1887, o traslado saía do Colégio Amparo, mas em fevereiro, do mesmo ano, através do decreto de nº 414 do Governador Dr. Augusto Montenegro, o Colégio Amparo mudou sua denominação para Instituto Gentil, ainda no antigo endereço. Em 1889, houve a mudança de nome.
Somente em 1906 com a inauguração do atual prédio, em 26 de junho, é que a Trasladação passou a sair do atual local. Nos anos 70, as senhoras de mais idade, reuniam-se em grupos e iam na Corda da Trasladação, graças às condições climáticas noturnas. A partir de 1985, começou também a ficar problemática, com o aumento de promesseiros na Corda. Só em 1988, a Trasladação passou a ter o mesmo trajeto do Círio, mas em sentido inverso, pois antes disso, ela ainda seguia até a Catedral da Sé tendo como rua central do percurso, a Avenida Governador José Malcher. Em 2005, a Trasladação foi uma das mais longas dos últimos anos, demorou cerca de 6h com a Berlinda chegando à Sé por volta de 00h00.
Sobre o atrelamento da Corda à Berlinda não se sabe ao certo quando começou. Em 2000, a corda permanecia todo o tempo atrelada, o que levou a chegada à Catedral às 01h15, já no domingo do Círio. Em 2001, decidiu-se pelo desatrelamento da corda em frente à Clínica dos Acidentados (Av. Nazaré) às 19:05 horas. Neste ano, a Berlinda chegou à Catedral a 23h35. A partir de 2003, a Corda foi desatrelada na esquina da Trav. Dr. Moraes às 22h15, chegando a Catedral 0h30. Em 2007, a Corda possui 400 m de extensão.
Presume-se que a primeira Missa celebrada por ocasião da Trasladação, tenha sido em 1887, na capela do Colégio Amparo. Em 1992, no Círio 200, passou-se a colocar um tablado sobre as escadarias do Colégio para celebração da Missa, a fim de permitir uma melhor visibilidade da Liturgia. Até o ano de 1996, a Missa era realizada às 18h, com saída da procissão às 19h, mas a partir de 1997, foi antecipada em uma hora, para agilizar a chegada da santa.
Percurso – A saída é realizada do Colégio Gentil Bittencourt, segue pela Av. Magalhães Barata, Av. Nazaré, Av. Presidente Vargas, Av. Boulevard Castilho França, Av. Portugal, Praça do Relógio até a chegar à Catedral da Sé.

5ª Romaria: Trasladação

5ª Romaria: Trasladação

6ª Romaria: Círio

No segundo domingo de outubro (14), acontece a mais tradicional festa religiosa do Pará, o Círio de Nazaré, em homenagem à padroeira do povo paraense e Rainha da Amazônia: Nossa Senhora de Nazaré. A procissão inicia às 7h, depois da tradicional missa que começa às 5h30 da manhã, em frente à Catedral da Sé, na Cidade Velha. De lá, a Imagem da Virgem percorre cerca de 3,600 Km de distância, para chegar até a Praça Santuário de Nazaré. Promesseiros, devotos, fiéis, pessoas de todos os lugares do mundo vêm a Belém para participar da Festa.
Realizada em Belém há mais de dois séculos, o Círio é umas das maiores e mais belas procissões católicas do Brasil e do mundo. A devoção remonta ao início da colonização portuguesa. O termo Círio vem da palavra latina “cereus”, que significa vela ou tocha grande. Por ser a principal oferta dos fiéis nas procissões em Portugal, com o tempo, o termo passou a ser sinônimo da procissão de Nazaré aqui em Belém e de muitas outras pelas cidades do interior do Estado.

A cada ano, um número maior de romeiros é atraído para participar do Círio. A procissão reúne aproximadamente dois milhões de pessoas numa caminhada de fé pelas ruas da capital paraense, um verdadeiro espetáculo em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré, a mãe de Jesus. Durante todo o trajeto, são prestadas várias homenagens à Imagem de Nossa Senhora, além dos promesseiros que realizam diversas manifestações de fé. Neste dia, as ruas e casas se enfeitam especialmente em homenagem à Santa. Após a grande procissão, a Imagem da Virgem fica exposta no altar da Praça Santuário para a visita dos fiéis durante 15 dias – Quadra Nazarena.
Curiosidades – Foi em 2004, que aconteceu o maior Círio da História, com o trajeto cumprido em 9 horas e 15 minutos. Neste mesmo ano, o Círio de Nossa Senhora de Nazaré foi registrado, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como patrimônio cultural de natureza imaterial.

Milagres - São inúmeros os milagres atribuídos pelos cristãos à Virgem de Nazaré. O primeiro conhecido no mundo português foi o relatado pelo fidalgo Dom Fuas Roupinho, cujo cavalo galopava descontrolado para um abismo. Ao invocar a Virgem, o cavalo estancou, salvando o fidalgo da morte certa. Outro milagre aconteceu no ano de 1846, com os passageiros do brigue – embarcação de dois mastros comuns – português São João Batista, que deixou Belém rumo a Lisboa no dia onze de julho. Dias depois, o brigue na época naufragou e os passageiros foram salvos por um bote que os trouxe de volta à Belém. O brigue havia, anos antes, transportado a Imagem de Nossa Senhora de Nazaré a Lisboa, para ser restaurada. O bote que salvou os náufragos também era o mesmo que tinha levado a Imagem até o brigue ancorado ao largo da cidade. O bote passou a acompanhar a procissão a partir do ano de 1885.
Como atualização de alguns desses milagres, são levados no Círio carros onde os romeiros depositam seus objetos de promessas que carregam durante a procissão. Serão transportados: Carro de Plácido, Barca dos Escoteiros, Barca Nova, Carro dos Anjos, Cesto de Promessas, Carro dos Anjos, Barca com Velas, Carro dos Anjos, Barca Portuguesa, Carro dos Anjos, Barca com Remos, Carro Dom Fuas e Carro da Santíssima Trindade.

Histórico – A primeira procissão do Círio de Nossa Senhora de Nazaré saiu na tarde do dia 8 de setembro de 1793. Na noite anterior, a imagem da Santa havia sido transferida de sua ermida na Estrada do Utinga para o Palácio do Governo, com toda a pompa da época: 1.932 soldados da Milícia participaram do cortejo. A mobilização foi grande, tinha gente de toda a redondeza de Belém atraída pela feira que o governador determinou que fosse instalada no terreno que circulava a ermida, para a venda de produtos regionais. Desde a sua instituição, até 1881, a procissão saia da Capela do Palácio do Governo.

O Círio passou a ser realizado pela manhã em 1854, devido as fortes chuvas que aconteciam à tarde. A partir de 1882, o bispo Dom Macedo Costa, de comum acordo com o Presidente da Província, Dr. Justino Ferreira Carneiro, resolveu que o ponto de partida seria a Catedral da Sé, o que acontece até hoje. O segundo domingo de outubro ficou definido como o dia de realização da procissão do Círio, em 1901. Em 1992, no Círio 200, a Imagem que saiu na procissão foi à autêntica, a peça encontrada por Plácido. Até o ano de 1999, a Missa foi celebrada no interior da Igreja, como a cada ano aumentava mais a participação do povo, a partir do ano 2000, a pedido de Padre José Gonçalo Vieira, Vigário da Cúria Arquidiocesana, a Missa passou a ser celebrada em um tablado em frente à Catedral.
Percurso: Saída da Catedral da Sé, percorre a Praça do Relógio, Av. Portugal, Av. Boulevard Castilho França, Av. Presidente Vargas, Av. Nazaré até a Praça Santuário de Nazaré.

6ª Romaria: Círio

6ª Romaria: Círio

7ª Romaria: Cicloromaria

A Cicloromaria acontece no sábado posterior ao Círio, com saída às 8h, da Praça Santuário de Nazaré. Todos os anos, o trajeto a ser percorrido é diferente, sendo definido dois meses antes do Círio.
Estima-se que cerca de 5 mil ciclistas participem da romaria todos os anos.O percurso é de mais de 9km, com ponto de partida e de chegada a Praça Santuário de Nazaré. A realização da romaria acontece em parceria com a Associação Brasileira de Esportes de Aventura.
Histórico – A procissão é a mais nova entre as 11 romarias. Foi criada depois do pedido da Federação dos Ciclistas do Pará e da Associação dos Ciclistas de Icoaraci, em 2004.

7ª Romaria: Cicloromaria

7ª Romaria: Cicloromaria

8ª Romaria: Romaria da Juventude

A Romaria da Juventude é, geralmente, realizada na tarde do sábado posterior ao Círio. Essa é a vez dos jovens homenagearem a Virgem de Nazaré. A procissão é animada por um Trio Elétrico. Este é o momento em que várias comunidades jovens se encontram, fazendo da Romaria da Juventude uma das mais animadas. A organização desta procissão é feita pela Basílica Santuário de Nazaré e Catequeses das Paróquias. A Romaria da Juventude é considerada uma forma de integrar todas as paróquias em torno da realização da festa.
Histórico – A homenagem dos jovens começou em 2001, com a procissão saindo da Comunidade São Braz, seguindo pela Av. Castelo Branco, Av. Conselheiro Furtado, Trav. 14 de Abril, Alameda Dom Alberto Ramos até o Altar Monumento da Praça Santuário. Em 2002, saiu da Comunidade Santo Antônio Maria Zaccaria, seguindo pela Tv. 9 de Janeiro, Rua Antônio Barreto, Av. Generalíssimo Deodoro, Av. Nazaré até a Praça Santuário. Em 2003, saiu da Comunidade São José, seguindo pela Rua Antônio Barreto, Av. Alcindo Cacela, Av. Governador José Malcher, Av. Generalíssimo Deodoro, Av. Nazaré até a Praça Santuário.

8ª Romaria: Romaria da Juventude

8ª Romaria: Romaria da Juventude

9ª Romaria: Romaria das Crianças

No primeiro domingo após o Círio de Nazaré, é a vez das crianças irem às ruas prestar suas homenagens a Nossa Senhora. A Romaria, criada com o objetivo de construir e fortalecer a devoção mariana entre os pequenos, começa às 8 horas da manhã, saindo da Praça Santuário e percorrendo várias ruas do bairro de Nazaré, em Belém.

O crescimento da participação popular na Romaria das Crianças, principalmente nos últimos 8 anos, é conseqüência de pelo menos dois fatores: o crescimento da quantidade de crianças acompanhadas de seus pais na procissão e o aumento de idosos, devido as crescentes dificuldades no acompanhamento da Trasladação e do Círio.
Além da Berlinda que conduz a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, durante a Romaria das Crianças há ainda o carro dos milagres e os carros dos anjos.
Histórico - A primeira Romaria foi realizada em 21 de outubro de 1990, contou com cerca de 1.500 participantes. No ano de 1994, o andor foi substituído por um “cibório” colocado em um carro. Até 1999, eram as Esposas dos Diretores que providenciavam tudo: desde a decoração até os atos litúrgicos, mas a partir de 2000, o Padre Francisco Silva pediu que a Catequese assumisse uma maior participação. No mesmo ano, foram inseridos dois carros: o do Anjo Custódio e o do Anjo Protetor da Cidade. Em 2003, utilizou-se os quatro carros dos anjos existentes.
Percurso: Saída da Praça Santuário de Nazaré, segue pela Av. Nazaré, Av. Alcindo Cacela, Av. Gov. José Malcher, Tv. Doutor Moraes e volta pela Av. Nazaré até o ponto de partida.

9ª Romaria: Romaria das Crianças

9ª Romaria: Romaria das Crianças

10ª Romaria: Procissão da Festa

A Procissão da Festa é o penúltimo evento das Romarias Nazarenas do Círio e a terceira romaria mais antiga, depois do Círio e da Trasladação. O percurso é diferente a cada ano e possui cerca de 2,8 Km, com previsão de 2h de duração.
A procissão é acompanhada pela Diretoria da Festa de Nazaré e as comunidades que fazem parte da Basílica Santuário. É a romaria realizada na manhã do segundo domingo após o Círio, saindo às 8 horas da Praça Santuário, depois da celebração de uma missa.
A Procissão da Festa é organizada pelas próprias comunidades ligadas à Basílica e percorre as ruas do Bairro de Nazaré, num trajeto de 2,8 km. Todo ano, uma das comunidades é prestigiada pela procissão. O percurso é definido pelo pároco da Basílica e de acordo com a localidade da comunidade contemplada.
Histórico – Não se sabe precisamente quando a primeira procissão da Festa foi realizada, mas em 1881 já se tem notícia, 24 anos antes dos Barnabitas assumirem a Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro, em 1905. Era realizada à tarde, até que uma chuvarada em 1953 passou-a para a parte da manhã, o que veio a mudar em 1954. Antigamente, a procissão costumava sair de dentro da Basílica, enquanto não existia a Praça Santuário.
Em 2000, no dia 22 de outubro, a procissão coincidiu com o Jubileu de ordenação de Arcebispo Metropolitano de Belém na época, Dom Vicente Zico, e por esse motivo a Procissão saiu da Praça Santuário para a Catedral, onde foi celebrada uma Missa solene no tablado armado em frente à Igreja. A Imagem da Santa foi levada no mesmo carro utilizado no Traslado para Ananindeua (PRF). Em 2001, passou por todas as comunidades que fazem parte da Paróquia de Nazaré, sendo o percurso considerado muito longo, um total de 4,3 km.

10ª Romaria: Procissão da Festa

10ª Romaria: Procissão da Festa

11ª Romaria: Recírio

O Recírio é o momento que encerra toda a Festividade Nazarena. É quando os paraenses se despedem da Rainha da Amazônia. A procissão do Recírio acontece 15 dias após a grande procissão de domingo, numa segunda-feira.
A procissão começa após uma missa campal, realizada na Praça Santuário às 6h. Ao final da missa, a imagem original de Nossa Senhora de Nazaré retorna ao Glória, sobre o altar-mor da Basílica Santuário. É emocionante! Os milhares de fiéis, ali reunidos, vêem o arcebispo de Belém caminhar até o nicho, retirar a pequena imagem e erguê-la para os abençoar. Ela é reconduzida então à sua redoma de cristal, lá permanecendo entre os anjos esculpidos que lhe fazem companhia até o próximo Círio.
Às 07h, a imagem da Virgem de Nazaré é conduzida num percurso de 250 metros, em direção à Capela do Colégio Gentil Bittencourt.
Durante o trajeto, a procissão faz o contorno na Praça Santuário, segue pelas avenidas Generalíssimo Deodoro, Nazaré e Magalhães Barata até chegar ao Colégio Gentil. Enquanto passa, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré é saudada e aclamada pelos paraenses que acompanham a caminhada ou a assistem pelas janelas de suas casas.
A despedida é sempre emocionante. Entre muitas orações e canções, os fiéis prestam suas últimas homenagens à Santinha. Em grande estilo, o Recírio encerra o Círio de Nazaré marcado por muita fé, fogos de artifício e pela espera da Festa no próximo ano.
Incineração das Súplicas – Durante a missa que antecede a procissão do Recírio, os Diretores da Festa de Nazaré reúnem-se para recolher todos os pedidos depositados no Altar Monumento da Praça Santuário e no Nicho, onde a Imagem Original de Nossa Senhora de Nazaré ficou durante os 15 dias da Festividade. Tradição que acontece desde 1994, neste momento, em oração, numa cerimônia singela, na Praça Santuário, a Diretoria procede à queima desses pedidos: é a Incineração das Súplicas. As primeiras queimas eram realizadas na lateral da Basílica em frente à Sala dos Milagres.
Histórico – A primeira procissão do Recírio remonta a metade do século XIX, mas precisamente o ano de 1859. Este ano, portanto, completa 148 anos. Antigamente o Recírio era feito no domingo à tarde com a volta da Imagem para a Capela do Palácio do Governo, fato já relatado em 1859. Ainda conhecido como “Último Ato da Festividade Nazarena”, ao chegar na Praça em frente ao Palácio, a procissão encerrava com uma missa e com um espetáculo de fogos de artifício.
Atualmente, após a missa no Altar Monumento, leva-se à imagem para o Gentil. O grande final da última procissão é marcado pelo aceno dos lenços brancos e pela forte oração em grupo da Guarda de Nazaré, nas escadarias do Colégio Gentil.
Percurso – Praça Santuário (contorno), Av. Generalíssimo Deodoro, Av. Nazaré, Av. Magalhães Barata até as escadarias do Colégio Gentil Bittencourt.

Encerramento da Festa

Essa celebração começou a ser realizada em 1982, com a inauguração da Praça Santuário, em frente à Basílica de Nazaré. A missa é celebrada no quarto domingo de outubro, às 20h, no Altar Monumento da Praça Santuário. Logo após a missa, é realizada a solenidade de encerramento da festividade, quando os Diretores da Festa recebem diplomas e medalhas em cerimônia simples. O encerramento da Festa também é marcado por show pirotécnico de fogos de artifícios.

11ª Romaria: Recírio

11ª Romaria: Recírio

 
                
                        
                                    
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